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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Câmara aprova CEI contra João Miranda




por Sandra Pereira - Jornal Na Net

A Câmara Municipal de Itapecerica da Serra acaba de aprovar por unanimidade, nesta quinta-feira, dia 30, o requerimento criando uma Comissão Especial de Investigação (CEI) para apurar denúncias feitas numa gravação entre o vereador João Miranda (PSB) e um ex-colaborador de seu mandato Vítor Rangel Cavalcante.
A CEI  tem 45 dias para apurar o caso e será formada pelos vereadores José Martins (PMDB), Paulinho PM (PMDB) e Regina Corsini (PSDB).  Os vereadores citados na gravação não podem participar.
Enquanto o presidente envocava a proteção de Deus para iniciar os trabalhos do lado de fora, em frente a câmara municipal, Erlon Chaves lia as denúncias existentes no cd gravado entre João Miranda e Vítor Rangel.
Entre os vereadores da cidade o clima era de tensão, com os semblantes fechados todos acompanhavam o andamento da sessão, mas acompanhavam atentamente também as colocações lidas por Erlon Chaves.
O cd aponta uma conversa entre João Miranda e Vítor Rangel (ex-adminitrador do Jardim Jacira, preso por usar indevidamente equipamentos da prefeitura para despejar entulho na cidade) se espalhou na cidade ao longo dos últimos meses.
Na gravação João Miranda detalha sobre o esquema de bota fora que funcionaria entre a prefeitura de Itapecerica da Serra com o apoio de vários políticos, o secretário de meio ambiente, Luis Pires e de outras pessoas ligadas à administração municipal.
O cd aponta que cada caminhão que joga entulho na cidade pagaria aos participantes do esquema quantias que variam entre R$ 50 e R$ 70 por caminhão. O cd da denúncia foi entregue a câmara municipal no começo deste mês, mas os denunciantes não estavam qualificados e a presidência não aceitou a denúncia.
Com a qualificação dos denunciantes na última sessão antes do feriado de Corpus Christi a presidência acatou a denúncia e a câmara instaurou a CEI que vai apurar todas as denúncias feitas na gravação do vereador João Miranda e Vítor Rangel. Entre os vereadores citados na gravação estão Tonho Paraíba, José Hélio, o presidente da câmara Chuvisco.

As manchetes desta quinta




- Globo: Cabral diz que vai 'rever conduta' e agora defende código de ética

- Folha: Hacker violou e tenta vender e-mails de Dilma

- Estadão: Ministro ataca bancos por não apoiarem fusão no varejo

- Correio: Consumidor paga, mas luz e telefone pioram

- Valor: Governo dá sinal verde à operação Diniz-Carrefour

- Estado de Minas: 1.666 passagens de risco

- Zero Hora: Reforma brasileira - Planalto amarra pacote para mudar previdência

5 passos para atingir seus objetivos profissionais



Que a vida tem seu próprio caminho e que nem sempre o que planejamos acontece, não é segredo para ninguém. Mas isso não dispensa a elaboração de um plano de carreira, principalmente se o profissional quer aumentar suas chances de sucesso na conquista de seus objetivos.

O CEO do Grupo Soma, Antônio Carminhato, apesar de reconhecer que muitos executivos de sucesso não fizeram um plano de carreira, avalia que é fundamental os jovens sem muita experiência, e mesmo os executivos formados, se preocuparem com um planejamento.

Traçar metas, definir objetivos e saber onde se quer chegar é importante, pois só com esses dados em mãos você vai saber o que é preciso fazer para conquistar seus objetivos.

Tenha um modelo

Carminhato sugere que antes de tudo o profissional tenha um benchmark, ou seja, um modelo de executivo que ele admire. 



Defina suas metas 

Para traçar seu plano de carreira, saiba que é sempre bom ter uma meta factível, considerando o médio e o longo prazo. O CEO do Grupo Soma fala em prazos de cinco a dez anos. A faixa temporal sugerida é interessante, pois tudo vai depender muito do que se pretende atingir. Para determinados objetivos, cinco anos é um prazo insuficiente, mas para outros, dez é demais.

Tenha em mente também que, na definição do plano de carreira, o imediatismo é um grande inimigo. Saiba que tudo no mundo profissional é lento e gradual, “ninguém sai da posição de estagiário e vira gerente”. É preciso considerar toda a escala de evolução dentro da empresa para que se atinja o determinado status planejado.

Desenvolvendo as competências

Mas sejamos práticos: como um plano de carreira vai te ajudar? “Ele ajuda principalmente no sentido de definir um cenário claro e palpável do que você precisa para chegar onde quer”, afirma Carminhato.

A ideia é a seguinte: depois de traçar seu objetivo profissional, observe aquele modelo de executivo que você definiu inicialmente. Dessa observação, coloque no papel as competências que ele possui e confronte com as suas. Veja o que você precisa desenvolver e reconheça o que não domina.

Esse trabalho vai ajudar a deixar as coisas mais claras, pois você percebe onde está, onde quer chegar e o que precisa fazer para que tudo aconteça. Com isso claro e bem definido, é possível traçar metas de ano em ano, ou seja, nos próximos dois anos, por exemplo, foque no desenvolvimento de determinadas competências que acredite ser mais interessantes; nos dois anos seguintes, escolha outras. Assim, você vai conquistando as competências de uma forma gradual e consistente.

Reciclagem profissional

No curso da sua carreira, oportunidades para realizar uma reciclagem profissional não vão faltar, mas cuidado, tudo deve ser muito bem avaliado e ponderado. Em uma época na qual os profissionais trocam muito mais de emprego do que se costumava fazer, é importante não se precipitar.

“Reciclagem profissional é saudável, mas a reciclagem de uma forma acelerada, não”, o CEO do Grupo Soma ainda complementa que deve haver um período de equilíbrio entre a troca de posição e o tempo mínimo que o profissional deve ficar na empresa.

O ponto crítico para decidir entre sair ou não de uma empresa deve ser as oportunidades de desenvolvimento que a mesma oferece. Então, veja se sua empresa está lhe oferecendo essas oportunidades, e que elas sejam sólidas e reais, e, em caso afirmativo, prefira aproveitá-las a buscar outras posições. Se acreditar que já esgotou todas as oportunidades, então é hora de mudar.

Lembre-se sempre: a análise deve ser fria, madura e sem qualquer tipo de envolvimento emocional. Tenha ainda em mente o longo-prazo, não se deixe levar pelo imediatismo do curto prazo. “Pode ser que uma mudança rápida de emprego traga uma satisfação momentânea na nova posição, mas pode gerar um outro processo de estagnação que não estava previsto”, avalia Carminhato.

Outros pontos que são importantes considerar na análise são, em primeiro lugar, se você gosta do que faz, se é reconhecido e, também, a questão do salário, que pode não ser o ideal, mas deve estar adequado pelas atividades que desenvolve dentro da empresa.

E se no meio do caminho as coisas não forem exatamente como você pensava?

Hoje, o mercado e as pessoas estão muito mais flexíveis do que há alguns anos. Se você percebeu que a profissão escolhida não era exatamente aquilo que esperava, considere fazer uma segunda graduação, por que não?

A questão aqui é responder a perguntar fundamental: vou ficar os próximos 50 anos assumindo o erro que eu fiz ou vou tomar uma decisão e fazer aquilo que eu gosto? Lembre-se ainda que a vida profissional já não é mais de 30, 35 anos como era no passado; ela agora é muito mais longa, pela própria longevidade da população.

Com isso em mente, avalie muito bem e prefira atrasar quatro ou cinco anos sua carreira profissional do que estragar o resto da sua vida. A decisão, claro, é extremamente pessoal e não deve, em hipótese alguma, ser tomada pela impulsividade.

Não esqueça, porém, que o curso da vida pode levá-lo para caminhos jamais planejados, mas isso não dispensa um plano de carreira. “Não é porque o mar vai estar tumultuado que eu não vou fazer um planejamento da travessia do oceano, não vou deixar meu barco ao léu só porque pode acontecer uma coisa lá no meio do oceano”.

O plano da travessia é sim essencial e, se lá no meio do oceano tiver uma turbulência,  você com certeza vai estar muito mais bem preparado para decidir do que se não tivesse feito o plano antecipadamente.

Fonte: administradores.com.br
“Se ele tiver um modelo, um profissional que ele admira, ele poderá traçar um plano de carreira baseado na experiência de outros executivos”, avalia Carminhato. Encontrado seu benchmark, é o momento de traçar suas metas e objetivos. É indispensável que o indivíduo tenha um objetivo profissional. Caso não o tenha, o plano de carreira não será necessário, mesmo porque, nesses casos, qualquer destino é válido. 

O Caseiro Atrapalhado



O sujeito estava no maior ronco, quando toca o telefone, em plena madrugada:
- Aqui é o Aristides, o caseiro da sua fazenda!
- O que houve Aristides, aconteceu alguma coisa grave?
- Nada não, doutor! Eu só queria avisar que o seu papagaio morreu!
- Meu papagaio? Aquele que ganhou o concurso no mês passado?
- Sim, este mesmo!
- Puxa, que pena! Eu havia pago uma pequena fortuna por ele... mas ele morreu de quê?
- Comeu carne estragada!
- Carne estragada? Quem deu carne estragada para ele?
- Ninguém... ele comeu de um dos cavalos que estavam mortos.
- Que cavalos?
- Dos seus cavalos puro-sangue! Eles morreram de cansaço, puxando a carroça dágua.
- Puxando a carroça dágua? Que água?
- Para apagar o fogo!
- Fogo? Onde?
- Na sua casa... uma vela caiu na cortina e ela pegou fogo.
- Vela? Mas quem foi acender vela lá em casa, se tinha eletricidade?
- Foi uma das velas do velório!
- Velório?!
- É... o velório da sua mãe... ela chegou lá de madrugada sem avisar e eu atirei nela, pensando que era um ladrão!

POSSÍVEL A VOCÊ



Tenha isso em mente. Tudo o que você desejar fazer, você poderá fazer. Tudo aquilo que é possível, é possível a você. Não importa qual seja a quantidade do desapontamento que você tenha experimentado, não importa quantas vezes você tenha fracassado, você pode ter um novo início e uma segunda chance agora, nesse momento. Você pode reiniciar ainda hoje a jornada que o levará à concretização dos seus sonhos.
Os seus sonhos não serão realizados da noite para o dia, mas você pode começar a concretizá-los imediatamente. Agora é o tempo de começar a viver cada momento com um novo e diligente propósito. Agora é a sua oportunidade de ouro para tomar um positivo e entusiástico passo em direção à melhor vida que você visualiza.
O tempo que você investiu até agora, subitamente se tornou um poderoso mestre. Deixe para trás o pesar, – o que você chama de fracasso – e focalize nas reluzentes possibilidades que estão diante de você. Nesses próximos momentos você poderá estar se dirigindo à concretização do seu mais desejado sonho. A vida é uma experiência que não tem comparação – é o dadivoso presente de Deus a você – e você é afortunado por ter esta vida em abundância. Lembre-se tudo é possível a você.

Saiba quando há estabilidade no emprego



Em algumas situações, a legislação trabalhista brasileira determina que o trabalhador tenha o direito de permanecer provisoriamente no emprego. Nesses casos, o funcionário não pode ser mandado embora, com exceção de uma demissão por justa causa.
"Antes havia uma estabilidade definitiva para os trabalhadores que adquirissem dez anos na empresa. Mas, em 1988, quando o FGTS passou a ser obrigatório para todos os empregados, as estabilidades passaram a ser provisórias", explica Claudia Abud, advogada e diretora da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo.
Entre as principais situações em que a lei garante ao trabalhador a estabilidade provisória no emprego estão:

- Gravidez: a partir da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto, a trabalhadora tem estabilidade, não podendo ser demitida.

- Acidente ou doença de trabalho: para aquele funcionário que se acidentou ou adquiriu uma doença profissional no trabalho. "Ele não pode ser mandado embora a partir do momento em que é afastado pelo INSS até um ano após a alta", destaca Claudia.

- Dirigente sindical: profissional que atua como diretor de um sindicato, para que possa ter liberdade nas suas ações, possui estabilidade no emprego do momento em que se candidata ao cargo até um ano após o término do seu mandato.

Segundo Claudia, o funcionário deve informar à empresa no momento em que se candidata. "O dirigente sindical irá cobrar por melhores condições de trabalho e, por isso, a lei prevê que ele tenha estabilidade para poder ter liberdade em suas ações e não ser prejudicado por isso."
Claudia lembra que essa estabilidade só é válida para cargos de direção no sindicato e suplentes. "Qualquer outra atividade [no sindicato] não tem esse direito."

- Dissídio: é uma norma coletiva que tem força de lei. As entidades sindicais, tanto as que representam os trabalhadores quanto as dos empregadores, se reúnem e estabelecem as condições de trabalho específicas para determinada categoria. Dessa forma, as regras podem ser mais favoráveis do que a própria lei. "Dentre as normas, eles podem negociar por um período de estabilidade no emprego", explica Claudia.
Cada sindicato realiza anualmente uma norma coletiva diferente e, por isso, o período de estabilidade pode variar ou até mesmo não ocorrer.

- Dirigente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa): em algumas empresas, é obrigatória a criação dessa comissão. Metade dos integrantes é escolhida pela empresa e a outra metade eleita pelos funcionários. "Os eleitos pelos próprios trabalhadores é que terão a estabilidade no emprego, da mesma forma que um dirigente sindical – a partir da candidatura até um ano após o término do mandato", ressalta Claudia.
É essa comissão que irá cuidar da prevenção e de questões de segurança e medicina do trabalho. Segundo Claudia, a lei garante a estabilidade nesse caso, pois esses funcionários serão aqueles que irão cobrar por melhores condições no ambiente de trabalho.
Também há casos em que a estabilidade é determinada por convenção coletiva. Mas, segundo Andrea Massei, advogada trabalhista do Lobo & de Rizzo Advogados, tais situações podem ou não existir de acordo com o sindicato da categoria. Algumas citadas pela advogada são:

- Alistamento militar: desde o alistamento até o fim do serviço militar, o jovem não pode ser demitido.

- Aposentadoria: aquele funcionário que estiver a um ou dois anos de se aposentar tem garantida sua estabilidade no emprego durante esse período. "Muitas convenções preveem isso para que o trabalhador não perca as contribuições previdenciárias", afirma Andrea.

Apesar destas garantias, há exceções. Andrea explica que, no caso de extinção do estabelecimento, o empregador pode rescindir os contratos mediante a indenização dos funcionários. "Mas o 'cipeiro', por exemplo, não é indenizado nessa situação, porque a extinção do estabelecimento significa a extinção do seu cargo. Aquela posição não tem mais razão de ser."

Quando a empresa não cumpre
Para algumas situações, caso a empresa não cumpra o direito de estabilidade, a legislação brasileira garante a indenização salarial ou até mesmo o retorno ao emprego. "O empregado eleito pela Cipa, por exemplo, deve ser reintegrado à empresa", explica Andrea. Com exceção do motivo da demissão ser por justa causa, o 'cipeiro' tem garantia do salário e retorno ao emprego.
Já no caso da gestante e do aposentado, é possível indenizá-los pelo período de estabilidade. Segundo Andrea, a lei garante que eles recebam o salário durante esse tempo, mas não necessariamente voltem a trabalhar.

Fonte: IG

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Otimismo contagioso



Má notícia para os pessimistas. Segundo um novo estudo feito na Holanda, os otimistas vivem mais. - Ben Walsh, EUA.

Certa vez, uma moça que trabalhava comigo fez o seguinte comentário: "Se não posso ter, destruo!".
Uau! O departamento parou. Ficamos chocados com esta afirmação que, na realidade se encaixa em qualquer situação – profissional, material, afetivo, etc.

Bem, para algumas pessoas (pequeninas criaturas) é melhor destruir do que esforçar-se para ter. Estas procuram se defender da alegria do mundo destruindo a auto-estima e criticando todas as pessoas que se deixam entusiasmar por seus objetivos. Pensam: A vida é dura, o mundo é injusto...

Pois é, se nos deixarmos levar por uma onda de energias obscuras e opiniões de pessoas com pensamentos negativos, obviamente em pouco tempo estaremos mergulhados na lama negra da insatisfação. Pode parar!

Então, o melhor negócio é ser positivo, pensar e agir de forma otimista. Afinal, nas relações humanas não se aplica a eletrostática, onde as cargas de mesma polaridade se repelem. Muito pelo contrário. Ser humano com "carga positiva" atrai outro, também com "carga positiva".

Ser otimista é uma questão de opção. Embora, às vezes, nos falte forças é preciso, sobretudo ter a vontade, entendeu?
Segundo um novo estudo feito na Holanda, os otimistas vivem mais. - Ben Walsh, EUA.

Já ouvimos tantas histórias de falências, fracassos, desastres, perdas, problemas financeiros, ou ainda, o que considero mais grave, falta de saúde.
Tudo isso faz a gente pensar, chorar, estreitar os laços de amizade com algumas pessoas e querer fazer diferença neste mundo.


Precisamos cada vez mais ser resilientes. Pois é, essa palavrinha que tanto ouvimos falar nos últimos tempos nos ensina uma lição valiosa: Devemos ser mais otimistas!

Fonte: Administradores.com.br

APOIE ESTA IDEIA...


No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes.
Na educação é o 85º e ninguém reclama...
EU APOIO ESTA TROCA!
TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES!
O salário de 344 professores que ensinam é igual ao de 1 parlamentar que rouba!
Recorte e cole no seu mural se você também apoia esta troca!

COMO RECEBER SEU FGTS ADIANTADO



- Ao chegar na empresa, todo dia, sente no chão, cruze as pernas e comece a fazer uma oração tibetana.
- Diga para o seu chefe que seu objetivo dentro da empresa é tomar o lugar dele.
- Vá todo dia de preferência com a mesma roupa do dia anterior.
- Deixe o volume do seu kit multimídia no máximo para aporrinhar as pessoas que estão perto de você quando entra e sai do Windows.
- Dedure TUDO, mas TUDO MESMO.
- Telefone para falar com as pessoas da mesa ao lado da sua.
- Pergunte quanto as pessoas ganham com a mesma naturalidade que pergunta as horas. Caso descubra quanto ganham, saia falando pra todo mundo.
- Quando as pessoas chegarem mais de 5 minutos atrasadas fale bem alto:"Ate que enfim heim..." ou "Puxa, pensei que não vinha mais hoje!".
- Entre no banheiro logo depois que alguém tiver saído e fique reclamando em voz alta que o banheiro está fedido.
- Nas reuniões gerais, levante a questão da compra de Bom-Ar para o
banheiro.
- Instale proteções de tela de mulher pelada.
- Atenda e faça ligações com o celular dos outros.
- Comece a escovar os dentes na sua mesa e vá escovando os dentes para o banheiro.
- Aumente o volume do seu walk-man no máximo, fique cantando, dançando e batucando junto e quando alguém vier falar com você grite: "O QUE ???"
- Habitue-se a não utilizar a descarga.
- Quando alguém te perguntar alguma coisa que não te interessa muito, comece a conversar com a pessoa em uma língua estranha.
- Quando o celular tocar, diga: "só um momento", e vá correndo para o
banheiro atender.
- Ao invés de utilizar bloquinhos de anotação, escreva tudo em guardanapos ou papel higiênico.
- Ao atender o telefone fique em silêncio esperando a pessoa que ligou falar alguma coisa.
- Deixe o teclado de ponta-cabeça e use o mouse com o pé e diga que isso faz parte de um novo método japonês de treinamento cerebral.
- Esconda-se no banheiro da sua empresa. Quando alguém entrar, espere ela baixar as calças e diga o seguinte: "Fulano, aqui é a voz da sua
consciência", só para ver como as pessoas reagem.


 Se tudo isso não der certo, nada mais dará!

As manchetes desta quarta



- Globo: Com R$ 4 bi do BNDES, surge 3ª maior empresa

- Folha: BNDES libera R$ 4 bi para Abílio comprar o Carrefour

- Estadão: Fusão de Pão de Açúcar e Carrefour pode ter até R$ 4,5 bi do BNDES

- Correio: Servidor só pode ganhar até R$ 26.713

- Valor: Diniz busca R$ 3,9 bi no BNDES para megafusão com Carrefour

- Estado de Minas: Uma multa por minuto

- Zero Hora: Piratini reconquista base e aprova reforma na previdência gaúcha

" E tudo mudou". De Luiz Fernando Veríssimo



"...Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning

A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal..."

A estrofe acima é parte do poema "E Tudo Mudou" de Luís Fernando Veríssimo. Retrata sutilmente os modismos e as mudanças de hábitos, com uma acirrada crítica a uma sociedade que se tornou incapaz de tudo, inclusive de notar qualquer uma das diferenças citadas. Isso demonstra como somos facilmente manipulados em nossos hábitos de consumo. Não há criticidade diante do que o mercado nos oferece e o novo tem sempre a promessa de superação ao antigo sem questionarmos se de fato é realmente melhor.


Minha mãe tem a mesma máquina de lavar por anos. De vez em quando ao dar algum problema, basta trocar peças simples como a mangueira e tudo se resolve. Anos atrás fui seduzida a comprar uma máquina nova moderníssima. Elegante, painel eletrônico, várias opções de ciclos de lavagem, tudo um luxo. Ela funcionou muito bem por um ano, até que uma das funções básicas – a centrifugação – parou de funcionar. Para meu azar, a garantia tinha acabado de expirar. Sem opções chamei um técnico e levei tamanho susto ao ver o orçamento para o conserto. Era quase o valor total da máquina. Ao questionar o preço exorbitante, a resposta do técnico: o problema era uma falha no painel elétrico e nesses casos a única solução era trocar o painel todo. Na hora da compra, esses detalhes técnicos não nos passam pela cabeça, ficamos fascinados pelos apelos das diversas mídias.

Ao assistirmos os comerciais dos anti-sépticos bucais, a impressão que temos é que para se combater o mau hálito basta enxaguar a boca e tudo ficará bem, mas em nenhum momento se alerta para o fato de que o álcool utilizado na fórmula da maioria destes produtos é prejudicial à saúde bucal. Segundo pesquisas, a escovação com creme dental e o uso do fio dental regularmente são suficientes para não se ter mau hálito. Se isso não resolve é um sinal de que alguma parte do corpo não está bem. Nos banheiros vemos pessoas após as refeições usarem os enxagüantes bucais, mas são raros os que usam fio dental, o instrumento mais importante para a higienização. Assim, prioriza-se o que não é essencial em detrimento do que é mais simples e eficaz.

Em nosso cotidiano há uma série de exemplos em que agimos da mesma forma. Sobretudo no trabalho e em nossas funções gerenciais. Somos bombardeados diariamente com uma variedade de novas teorias administrativas e práticas de gestão que até nos sentimos perdidos diante de tantas opções de seminários, palestras, receitas de bolo, livros técnicos etc. Na economia existe a necessidade do empresariado renovar produtos e processos com algum diferencial para garantir seu espaço no mercado, mas às vezes se chega a soluções questionáveis. Na empresa também nem sempre as boas práticas de gestão são aquelas que surgem imbuídas pelo manto da inovação.
Recordo-me do lançamento de um papel higiênico com vitamina E que prometia trazer mais maciez à pele com seu uso constante, porém o tempo de contato da pele com o papel é insuficiente para que se possa absorver qualquer traço da vitamina. O resultado era o mesmo e pagava-se mais caro pela marca.
A cada dia chegam centenas de idéias mirabolantes nas empresas dos meus clientes e quase todas elas com a função do papel higiênico. Precisamos distinguir inovação de invenção.


Somos nós consumidores e administradores os responsáveis pela última etapa do ciclo. Seja a compra ou a implementação de idéias. Portanto, é preciso criticidade. Tenho relido autores do século passado, como por exemplo, Shumpeter, e concluído que o que percebemos hoje como inovador já estava escrito.

Não incentivo a mesmice , mas admiro  a postura de escuta, o desejo incessante de busca pelo novo, a pesquisa e o desenvolvimento de novos produtos e soluções numa era cada vez mais revolucionária, mas é preciso o olhar de sutileza para perceber que nem tudo mudou, contrariando Veríssimo.

Fonte: administradores.com.br

O cobrador



Depois de um dia de caminhada pela mata, mestre e discípulo retornavam
ao casebre, seguindo por uma longa estrada. Ao passarem próximo a uma
moita de samambaia, ouviram um gemido. Verificaram e descobriram,
caído, um homem. Estava pálido e com uma grande mancha de sangue,
próximo ao coração. O homem tinha sido ferido e já estava próximo da
inconsciência. Com muita dificuldade, mestre e discípulo carregaram o
homem para o casebre rústico, onde trataram do ferimento.

Uma semana depois, já restabelecido, o homem contou que havia sido
assaltado e que ao reagir fora ferido por uma faca. Disse que conhecia
seu agressor, e que não descansaria enquanto não se vingasse. Disposto
a partir, o homem disse ao sábio:

- Senhor, muito lhe agradeço por ter salvo minha vida. Tenho que
partir e levo comigo a gratidão por sua bondade. Vou ao encontro
daquele que me atacou e vou fazer com que ele sinta a mesma dor que
senti.

O mestre olhou fixo para o homem e disse:

- Vá e faça o que deseja. Entretanto, devo informá-lo de que você me
deve três mil moedas de ouro, como pagamento pelo tratamento que lhe
fiz.

O homem ficou assustado e disse:

- Senhor, é muito dinheiro. Sou um trabalhador e não tenho como lhe
pagar esse valor!

- Se não podes pagar pelo bem que recebestes, com que direito queres
cobrar o mal que lhe fizeram?

O homem ficou confuso e o mestre concluiu:

- Antes de cobrar alguma coisa, procure saber quanto você deve. Não
faça cobrança pelas coisas ruins que te aconteçam nessa vida, pois
essa vida pode lhe cobrar tudo que você deve. E com certeza você vai
pagar muito mais caro.

O infarto do novo século



Problemas emocionais e ambientais, associados à predisposição genética, são gatilhos para doenças cardíacas


Uma forte dor no coração, como se ele rasgasse por dentro, subitamente. A frase parece apenas uma metáfora clichê, sempre acessível para descrever uma mágoa profunda, mas não física. O coração partido, porém, no auge do século 21, deixou de ser muleta dos sofredores e passou a fator de risco para problemas cardíacos. Dor de amor também pode matar.
Depressão e problemas emocionais, associados a uma predisposição genética, estão entre as causas de infartos em pacientes jovens, alerta Marcelo Ferraz Sampaio, cardiologista do Hospital Oswaldo Cruz, chefe do Laboratório de Biologia Molecular do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo e especialista no tema.
O médico revela que nos últimos anos, o índice de infartos atípicos no setor de emergência do hospital foi surpreendentemente alto. Além do fator numérico, os pacientes tinham características clínicas semelhantes: jovens, em sua maioria mulheres, saudáveis, mas com incidentes cardíacos severos.
“Observávamos, ao fazer a identificação da artéria, que o coração tinha infartado, mas não havia lesão. Começamos, então, a desvendar como essa artéria poderia ter provocado a restrição de fluxo por mais de 20 minutos, sem ter nenhum comprometimento.”
Ao confrontar os pacientes com pesquisas internacionais, o especialista constatou que essas artérias sofrem um Sistema de Restrição Dinâmica ao Fluxo. A consequência e o processo são semelhantes ao que ocorre em um infarto tradicional, provocado pela conhecida lista de fatores de risco: obesidade, diabetes, hipertensão e cigarro. Neste caso, no entanto, o gatilho é emocional.

Como ocorre
A passagem de sangue é obstruída não pelas placas de gordura, mas por um estreitamento das paredes da artéria, responsável por interromper o fluxo. O mesmo evento é diagnosticado em casos de overdose de drogas como cocaína e crack, ou no uso de anabolizantes.
"Também é possível que as plaquetas do sangue fiquem como se fossem 'tresloucadas', interrompendo o fluxo subitamente, gerando os infartos. Descobrimos que esses pacientes têm alteração da formação das plaquetas”, explica o especialista.
Esse mesmo processo ocorre em pacientes com depressão. “A doença emocional, em tese, não é fator de risco pra doença cardíaca, mas pode ser, em determinadas circunstâncias, o fator principal”, endossa Sampaio.

Coração rasgado
Magra, saudável, ativa e aparentemente feliz. Os três adjetivos costumeiramente usados para definir a professora de física Iris Galetti também a mantinham fora do grupo de risco de mulheres com problemas cardíacos.
Em janeiro de 2008, durante uma reunião no colégio onde trabalhava, primeiro dia após as longas férias de verão, a professora sentiu um mal-estar pungente. Uma forte dor no peito e braços dormentes. A pressão, porém, ao ser medida na enfermaria do local de trabalho, estava normal.
Com náuseas e dores no peito, ao chegar ao hospital, Iris descobriu que tinha infartado. Foram oito dias na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e mais uma semana no quarto, até receber alta. Aos 49 anos, ela tinha perdido boa parte do coração – o ventrículo esquerdo ficou com o músculo praticamente morto.
“Jamais pensei que eu poderia infartar. Minha família tem histórico de câncer, não de problemas cardíacos. Achei que os médicos estavam errados. Nunca fui hipertensa, sedentária, e tenho uma verdadeira obsessão por alimentação saudável.”
No entanto, há mais de quatro meses Iris tentava digerir, sozinha, uma mágoa muito profunda. Nas palavras da professora, que prefere reservar a história, a decepção foi difícil de suportar. Por meses, o problema emocional ocupou boa parte de sua vida pessoal.
“Depois do infarto eu me dei conta do que tinha ocorrido. Lembro que o médico que me atendeu quando fiz o segundo cateterismo disse que minha artéria tinha rasgado, como se uma lâmina a tivesse cortado, literalmente.”
O estresse da vida profissional e o excesso de responsabilidades, dentro e fora de casa, somados aos conflitos e decepções pessoais, transformaram-se em um coquetel venenoso para um coração normal, sem problema algum.

O fator genético
A literatura médica mundial aponta que 15% dos infartos sem os fatores de risco tradicionais – cigarro, diabetes, obesidade e hipertensão – foram desencadeados por processos que começaram no âmbito psicológico. A matemática, porém, não é simplista e imediata. Para que o coração partido ultrapasse a metáfora é preciso que exista uma série de combinações genéticas e ambientais.
A analogia da chave e da fechadura é a maneira como Sampaio consegue traduzir os preceitos da medicina genética a seus pacientes. Nas palavras do médico, a predisposição dos genes nada mais é do que uma fechadura. “A porta está fechada. A chave é o estresse emocional, e a fechadura sua carga genética. Quando a chave certa encontra a porta certa, a doença aparece.”
O mapeamento genético, porém, não seria uma forma de prevenção. Embora o Projeto Genoma tenha mapeado todos os genes que existem no organismo humano, a medicina ainda não conseguiu antecipar quais combinações entre esses genes são responsáveis por desencadear as mais variadas doenças. A única forma de manter-se longe dos infartos, tradicionais ou atípicos, seria a manutenção da saúde, tanto mental quanto física, defende o médico.
“Hoje os alimentos não são mais saudáveis, passam por agrotóxicos para conservação. Não só comemos mal, como recebemos o alimento em pior estado. A falta de tempo é desculpa para tudo. A pressão do dia a dia faz com que o artifício de relaxamento e prazer seja uma comida calórica, gordurosa. O chocolate nos dá o prazer que não temos no trabalho, na família, na relação sexual. Esse comportamento social do mundo moderno gera pessoas mais expostas.”
A experiência individual não serve apenas de alerta. Para contornar os problemas emocionais, Iris trocou a lousa pelos pincéis – ministra aulas de pintura em faiança para mais de 30 alunos, produz peças para venda e toca o próprio ateliê. O coração bate devagar, quase ao som do new age, música fundo de suas aulas, mas ela se define clinicamente como ótima: controla a alimentação, toma uma taça de vinho nos dias mais agradáveis, pratica atividade física regularmente - uma caminhada leve de 60 minutos - e aposta que ultrapassará a casa dos 100.
Na receita médica, as indicações permanecem universais, e cabe a cada um achar seu componente pessoal: alimentação balanceada, atividade física regular, lazer, tranquilidade e terapia – esvaziar a mente dos problemas e não permitir que eles consumam o organismo – podem ajudar a blindar o coração.

Fonte: IG

terça-feira, 28 de junho de 2011

Mulher morre engasgada com sêmem do amante em motel de Natal



Em Natal (RN), uma tragédia sexual provocou a morte de uma mulher de 28 anos e seis de casada. Ela teria se engasgado com o esperma do amante enquanto de praticava sexo oral. A Polícia Civil e o ITEP interditaram o local.
O amante da mulher disse que, ao perceber que ela estava engasgada, ligou para os funcionários do motel e, em seguida, para o marido dela. “Eu estava tão desesperado que peguei o celular dela, liguei para o marido e contei tudo. Gritei no telefone: ‘Corre! Vem pra cá que sua mulher está morrendo engasgada com o meu sêmen!”, disse o amante.
O marido, agora viúvo, não acreditou na ligação do amante da sua esposa. Pensou que se tratava de trote e desligou o telefone. Em seguida, quando os funcionários do motel ligaram confirmando a tragédia, o esposo acreditou e se dirigiu ao local.


Direto do Kibeloco...

As manchetes desta terça



- Globo: Siderúrgicas impulsionam novo ciclo de mineração

- Folha: Dilma volta atrás e abre orçamentos de obras da Copa

- Estadão: Dilma manda base aprovar sigilo em todas as licitações

- Correio: Nova lei põe 100 mil presos em liberdade

- Valor: Pacote reduzirá taxação na área de telecomunicações

- Estado de Minas: Onda de calote atinge também as empresas

- Jornal do Commercio: Estradas tiveram feriadão violento

- Zero Hora: O Rio Grande enregelado

COM VOCÊ ERA ASSIM...???

Reengenharia – o que é e como funciona.



reengenharia é um sistema administrativo criado no início da década de 90 por Michael Hammer e James Champy. Ela é muito utilizada para manter as empresas competitivas no mercado, mantendo-as com foco no alcance de objetivos e metas, transformando seus processos e atividades de negócio, através do “rompimento” com costumes obsoletos. Suas primeiras aplicações foram realizadas em empresas dos Estados Unidos.

O que é a reengenharia?

Basicamente, o sistema administrativo denominado reengenharia pode ser definido como:
“(…) um redesenho de processos, que envolve a readequação dos processos empresariais, estruturas organizacionais, sistemas de informação e valores da organização, objetivando uma guinada nos resultados dos negócios da organização”. - Stair e Reynolds (2002, p.39)
A utilização desta ferramenta de gestão deve sempre primar por repensar e reinventar os procedimentos principais da organização, tais como: serviço prestado ao cliente, desenvolvimento de novos produtos, cultura organizacional, etc.. Com o objetivo claro de aumentar a produtividade, através da redução de custos e do aumento do grau de satisfação do cliente.

Como utilizá-la?

Como dito anteriormente, a reengenharia questiona toda a forma de trabalhar de uma organização, gerando uma redefinição total de processos. Por este motivo, a sua utilização e implementação precisa passar primeiro por um processo de definição de estratégia e recolhimento de informações sobre necessidades e expectativas dos stakeholders, a fim de mapear os processos que requerem melhorias. Feito isso, os gestores poderão vislumbrar quais são os pontos que devem ser otimizados e os que serão descartados, caso não tenham valor real para a organização.
De forma simples e objetiva, a metodologia de implementação de processos de reengenharia pode-se estruturar em quatro fases, são elas:
  • Preparação: Listar todos os processos da organização, selecionar aqueles que serão redefinidos e viabilizar os recursos necessários para esta atividade;
  • Planejamento: Garantir os recursos necessários: tempo, dinheiro e pessoas; estruturar as equipes de trabalho e distribuir as tarefas entre seus membros;
  • Implementação: Analisar os processos selecionados (responsável, envolvidos, pontos fracos e pontos fortes), reinventar o processo, avaliar o impacto das mudanças e implementá-lo;
  • Avaliação: Medir e comunicar os resultados obtidos, controlar o processo como um todo e gerir o impacto das alterações efetuadas em outros processos.
Segundo José Carlos Rodrigues Junior afirma em seu artigo, a reengenharia introduz mudanças significativas em três níveis gerenciais da organização, são eles: operacional, de gestão de processos e de gestão de negócios. Veja abaixo cada um deles detalhadamente:
  • Operacional – as pessoas passam a trabalhar em equipes multifuncionais e as relações hierárquicas, que geralmente criam conflitos são eliminadas. O excesso de hierarquias, com grande diluição de responsabilidade, torna o processo decisório lento e burocratizado;
  • Gestão de processos – neste nível, ocorrem as maiores mudanças no que tange a aplicação das inovações tecnológicas. Os processos são todos integrados e informatizados;
  • Gestão de negócios – neste nível ocorrem as maiores mudanças na empresa. Rompem-se as barreiras com clientes e fornecedores, e todos integrados, repensam os negócios, e até criam novos negócios e produtos.
Já as melhorias obtidas pela utilização desta ferramenta podem ser observadas em três níveis gerais: redução de custos, redução de tempo das atividades e melhoria da qualidade dos serviços prestados. Isto se deve, principalmente, ao aumento da eficiência nos processos e atividades do negócio.

Fonte: sobreadministacao.com

QUESTÃO FECHADA



Esse mundo simplesmente não entende o conceito da genuína felicidade e muito menos pode lhe fazer feliz. Felicidade porém, é algo bem mais simples que você possa imaginar. Você pode ser feliz simplesmente por decidir ser feliz. Apesar dessa declaração – à primeira vista – soar tão superficial e simplista, o fato é que existe um princípio fundamental imutável por detrás da mesma.
É possível ser feliz quando as finanças estão em estado calamitoso ou quando uma inesperada tragédia lhe dilacera a alma? Sim. O fato é que não são os eventos e circunstâncias que lhe definem. O que lhe definem são as suas respostas a esses eventos e circunstâncias. Nada, absolutamente nada nesta vida lhe ocorre sem que antes já tenha passado pelo filtro do amor de Deus. Esse é um princípio que o Senhor jamais negocia, é uma questão absolutamente fechada. Quando esse mesmo princípio é encarnado na nossa disciplina diária, então ganhamos uma nova perspectiva para viver em um novo estilo de vida.
Obviamente que tristezas, desapontamentos, lágrimas podem estar sempre ao seu redor mas absolutamente isso não anula a sua possibilidade de ser feliz. Por que? Porque felicidade é muito mais do que uma circunstância ou um evento que possa lhe trazer muita alegria. Mas genuína felicidade é ter a serena consciência de que Deus está soberanamente em controle da história da minha vida.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

TRI!!

As manchetes desta segunda



- Globo: PT e PSDB se unem na defesa de avaliações na educação

- Folha: Sob pressão, seguradoras reembolsam mais o SUS

- Estadão: PSD busca se viabilizar com caciques de outros partidos

- Correio: O alto escalão das mordomias

- Valor: Vale dará impulso à siderurgia para defender mercado

- Estado de Minas: Brasileiros esnobam férias no país

- Jornal do Commercio: Pernambuco lidera entrega de armas

- Zero Hora: Especialistas apontam brechas na legislação para obras da Copa

O desafio de ser Estagiário



Com muita freqüência os estagiários são vítimas de assédio moral. Como o desejo de serem efetivados no emprego fala mais alto do que o desejo de vingança via indenização judicial, ficam ali sofrendo calados; mais por ignorância do que por necessidade. São constantes os pedidos de ajuda, por isto resolvi universalizar o meu conselho aos adolescentes estagiários que estão pedindo socorro.
Todos nós vivemos momentos de insegurança, isto pode ser mais intenso na adolescência. Não se leve tão a sério e tão pouco leve a sério as piadas de mau gosto dos colegas. Ao dar excessiva importância ao que eles dizem, mais eles “pegarão no seu pé”.
Lembre-se que não existe sentimento de superioridade, somente o de inferioridade. Quando alguém tenta ser superior aos outros, isso é uma clara evidência de que esta pessoa abriga sentimentos de inferioridade não resolvidos.
Não temos controle sobre o que os outros pensam, e sim sobre o que nós pensamos. Lembre-se sempre: pensamentos geram sentimentos, que geram comportamentos. Desconfie de que os outros podem ter problemas, não somente você. Substitua os pensamentos negativos por positivos. Repita coisas positivas. Confie mais em si mesmo. Leia livros de auto-ajuda. Leia a Bíblia, o livro mais lido do mundo, principalmente o Evangelho de São João no Novo Testamento e os livros de Salmos e Eclesiastes do Velho Testamento.
 
Estagiário é o famoso "faz tudo".
Quando possível, leia o livro de Dale Carnegie – Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas. Se puder investir um pouco mais, faça o curso de Liderança e Fala Eficaz realizado por franqueados do autor, se houver em sua região.
Faça parte de grupos de música, teatro ou dança conforme as suas inclinações. Realize cursos rápidos de desinibição e oratória assim que tiver oportunidade. Os mesmos são realizados normalmente pelas associações comerciais, centro de diretores lojistas e sindicatos.
Ninguém nasceu sabendo. Procure fazer o que é certo. Seja comprometido. Sorria mais. Elogie sinceramente as pessoas. Ande de cabeça e ombros erguidos. Procure olhar nos olhos quando falar ou cumprimentar as pessoas. Tenha um aperto de mão firme. Grave e chame as pessoas pelo nome. Mostre interesse pelas coisas delas e por elas. Pergunte mais do que fala, pois “pessoa interessante é pessoa interessada”. Lembre-se que quem domina uma conversa é quem pergunta.
Peça ao seu líder ou responsável pelo departamento um retorno de como está se saindo no trabalho e o que pode fazer para melhorar. Ou para ser mais útil para o setor, equipe ou empresa. Raramente alguém faz isso! Com certeza esta atitude será valorizada.
“Caminhe a segunda milha”, ajude sempre que possível os colegas ou quem estiver precisando de ajuda. Se possível não saia do trabalho no final do expediente sem antes perguntar para o responsável imediato ou colegas com quem se relaciona funcionalmente, se precisam de mais alguma coisa ou ajuda. Torne-se útil, que com certeza irão querer ter você por perto e promoverão a sua permanência na empresa.
Se mesmo assim não fores efetivado, não fique triste; pois se não souberem reconhecer o seu comprometimento, empenho e boa vontade, com certeza esta empresa não é um bom lugar para se trabalhar. Tenha fé, bata a poeira e vá em frente em busca de outras oportunidades, e podes ter certeza que muitas portas se abrirão para você.

Fonte: sobreadministracao.com

NÃO VAI ESPERAR



"Não vai esperar um sorriso para ser gentil.
Não vai esperar ser amado para amar.
Não vai esperar ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está do seu lado.
Não vai esperar ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante para você.
Não vai esperar a queda para lembrar-se do conselho.
Não vai esperar a enfermidade para reconhecer quão frágil é a vida.
Não vai esperar por pessoas perfeitas para então se apaixonar.
Não vai esperar a mágoa para pedir perdão.
Não vai esperar a separação para buscar a reconciliação.
Não vai esperar elogios para acreditar em si mesmo.
Não vai esperar a dor para acreditar em oração.
Não vai esperar o dia de sua morte sem antes amar a vida!"

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Não existem chefes ideais



Muito se fala sobre a importância em ser um líder e não somente um gerente. Despeja-se sobre o gestor um caminhão de regras, segredos comportamentais e habilidades humanas. O líder deve inspirar, motivar, antecipar problemas, capacitar, apoiar, ter visão sistêmica e servir. Enfim, a responsabilidade na condução da equipe é dele, do gerente, administrador ou simplesmente do chefe. No entanto, muito pouco se diz sobre as responsabilidades e o perfil dos colaboradores, deixando pra trás um ponto talvez ainda mais importante: as pessoas precisam aprender a trabalhar com os chefes que têm. 

Uma administrador nunca é capaz de ser um líder ou gerente completo (seguindo todos os critérios exigidos hoje em dia) e ser um bom líder ou não, é um julgamento individual, de cada colaborador. Existem, entretanto, gestores que são consenso entre os colaboradores, ruins para todos eles. Ao contrário, é muito difícil encontrar aqueles que são considerados bons por todos da equipe. É provável que em toda sua carreira, você tenha trabalhado com ótimos e péssimos chefes, e que a sua interpretação não tenha sido a mesma de todos os seus colegas de trabalho.

Isso posto, voltamos ao ponto mais importante deste texto. Chefes existem, nunca perfeitos, algumas vezes muito bons, outras vezes muito ruins, mas continuarão lá até que saiam (por vontade própria ou não). A questão é que muitas pessoas reclamam de seus chefes, da falta de conhecimento técnico, gerencial, maturidade e sobre as decisões erradas que tomam. No entanto, são poucas as pessoas que buscam entender seus gerentes, descobrir o que eles pensam e como motivam suas decisões. Existem muito menos gerentes do que gerenciados e pouco importa o que você acha do seu, mas como você lida com o perfil dele e se adapta para realizar o melhor de si.

Não proponho a passividade do colaborador, pelo contrário. O colaborador não deve acatar tudo o que é dito pelo chefe. O colaborador deve assumir posição ativa, ser capaz de analisar o perfil de seu gerente e lidar com ele de forma mais efetiva, utilizando estratégias corretas de convivência e convencimento. Esse não é um exercício fácil. São necessárias algumas rodadas para identificar os verdadeiros interesses do seu líder, seu modo de pensar e suas motivações. Mas quando descobrir, lidar com seu chefe se tornará uma tarefa mais aprazível.

Está na hora de parar de procurar por líderes "super-homens" e iniciar a capacitação e busca também por colaboradores que saibam trabalhar com vários modelos de gerência. Colaboradores que saibam se adaptar, que se automotivem e que aprendam com seus chefes. Devemos capacitar as pessoas a buscar a automelhoria, pois quem busca a melhoria de seus chefes, nunca terá bons chefes.

Fonte: administradores.com.br

OTIMISTA E PESSIMISTA



"O otimista proclama que vivemos no melhor dos mundos.
O pessimista teme que seja verdade."
"O otimista erra tanto quanto o pessimista, mas não sofre por antecipação."
"O pessimismo é humor; o otimismo é vontade."
"O otimista pode até errar, mas o pessimista já começa errado."
"Pessimismo leva à fraqueza, otimismo ao poder."
"O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade."
"Um otimista é uma pessoa que enxerga a luz verde em todos os lugares, enquanto o pessimista apenas
vê a luz vermelha, indicando pare."
"Otimista é aquele que olha nos seus olhos; Pessimista é aquele que olha em seus pés."
"O pessimista senta-se e lastima-se, o otimista levanta-se e age."
"O pessimista pede emprestado problemas; o otimista empresta encorajamento."

quinta-feira, 23 de junho de 2011

RECEBENDO DE VOLTA



Você não pode acender o interruptor da luz e ainda assim permanecer no escuro. Todo esforço e dedicação que você investe, fará este mundo mais radiante. E quanto mais valores você acrescentar à vidas das outras pessoas, muito mais ainda o resultado dos seus esforços serão multiplicados.
Toda boa dádiva e dom perfeito vem do Pai das luzes afirmam as Escrituras. Para que você possa alcançar os seus sonhos é necessário mais do que simplesmente desejar alcança-los.
É necessário ação. Você tem que edificar, criar, participar. Dê a esse mundo o seu melhor e você receberá em troca muitas vezes mais daquilo que você deu. Invista na vida, porque a recompensa está na jornada. Os seus sonhos não terão nenhum significado se de você não for requerido esforço, energia e dedicação. Ao se dar você expressa a singularidade da pessoa que você é. E isto não é nada mais do que a essência da vida.

Geração T: indivíduos que sabem de tudo, mas não avaliam nada



Entre os indivíduos que fazem parte das famosas gerações X e Y, foi identificado um comportamento que classifica uma parcela deles em uma nova modalidade, a Geração T.

Apesar de não limitar a uma faixa de idade, a geração T é formada principalmente por jovens que sabem de absolutamente tudo que está acontecendo no mundo, mas não são capazes de analisar, comparar ou emitir qualquer opinião a respeito de nenhum assunto.

O “Tê” vem justamente da palavra testemunha, já que tais indivíduos não passam de meros espectadores dos fatos. De acordo com o profissional de comunicação e ex-executivo de marketing Luciano Pires, esse grupo “sabe de tudo, mas não sabe o porquê das coisas”.

Comportamento

Entre suas principais características, é possível dizer que o que eles mais sabem fazer é contar para os outros o que viram. Segundo Pires, observa-se que esse público, ao participar de eventos ou ao ter contato com as informações, é capaz apenas de reproduzir o que lê ou ouve, sem formar opinião sobre nada

Pires tenta explicar esse comportamento recorrendo à tecnologia. Segundo ele, as facilidades que a tecnologia proporciona, como o rápido acesso às informações e a simplicidade em se conectar com as pessoas, faz com que os jovens se esqueçam do conteúdo, se entregando "de corpo e alma" ao processo.

“É como um estudante de propaganda que, fascinado pelo design do anúncio, acaba deixando de lado os atributos de venda do produto. Ou um diretor de cinema que, da mesma forma, fascinado pelos efeitos especiais, deixa de lado a riqueza do roteiro e das ideias”, explica ele. Essa lógica nada mais é do que o tradicional conflito entre forma e conteúdo.

Geração T no trabalho

Mas, se foi identificada uma geração que está mais interessada em reproduzir e se conectar do que avaliar e criticar, seria interessante também entender como esse comportamento pode afetar a construção de suas carreiras.

Os jovens da geração T, no ambiente de trabalho, são aqueles que fazem o que são mandados fazer, que vão para onde são mandados ir e que o máximo que conseguem é criticar, seja o chefe, a empresa ou a vida.

No seu comportamento não se observa um espírito crítico, capaz de melhorar os processos. É exatamente neste ponto que sua carreira não vai para frente, já que as empresas estão em busca justamente de profissionais que tenham capacidade de julgamento e que saibam tomar decisões. “A geração T julga e decide pela cabeça dos outros”, salienta Pires.

É importante ressaltar que o principal problema dessa geração não está relacionado com sua eficiência operacional, mas sim com sua atitude, uma atitude tão superficial frente ao que acontece no mundo que atrofia sua capacidade de julgar, criticar e analisar.

Fonte: administradores.com.br

quarta-feira, 22 de junho de 2011

10 MANDAMENTOS DO CASAL



1 – Nunca irritar-se ao mesmo tempo.
Evite a explosão. Quanto mais é complicada a situação, mais a calma é necessária.
 2 – Nunca gritar um com o outro, a não ser que a casa esteja pegando fogo.
Quem tem bons argumentos não precisa gritar.
 3 – Se alguém deve ganhar na discussão, deixe que seja o outro.Se o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro vença, para que mais rápido ela termine.
 4 – Se for inevitável chamar a atenção, faça com caridade.
A crítica só é válida quando  é  construtiva, amorosa, sem acusações e sem condenações.
5 – Nunca jogar na cara do outro os erros do passado.
A pessoa  é sempre maior do que os  seus erros.
6 – A displicência  com qualquer pessoa é  tolerável, menos com o cônjuge.
A falta de   atenção para com o outro demonstra desprezo. Seja atento ao que o outro diz, aos seus problemas e as aspirações.
7 – Nunca ir dormir sem reconciliar-se.
Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento (Ef. 4,26b). Não se pode deixar acumular problema sobre problema.
8 – Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa.
Não basta amar o outro. É preciso  também expressar com palavras. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: “eu te amo”, “você é muito importante para mim…”
9 – Cometendo um erro, saiba reconhecê-lo e pedir desculpas.
Isto é humildade. Agindo assim, eliminamos o conflito e estabelecemos a paz.
10 – Quando um não quer, dois não brigam.
A melhor maneira é não por lenha na fogueira. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro.

As manchetes desta quarta



- Globo: Dilma recua de novo e vai aceitar fim de sigilo oficial

- Folha: Família de baixa renda terá telefone fixo a R$ 9,50

- Estadão: Venda de terra a estrangeiro terá controle mais rígido

- Valor: União terá despesa extra de até R$ 8 bi com precatórios

- Estado de Minas: Mais leis inúteis

- Jornal do Commercio: Risco na rota dos arraiais

- Zero Hora: Porto-alegrense puxa ranking nacional de famílias endividadas